Na última sexta-feira 03 de julho, o PET Engenharia Civil UEM participou, junto com outros 14 grupos PET da Universidade Estadual de Maringá, do evento PET na Praça, realizado na praça de eventos do Shopping Cidade Maringá.

Além do PET Engenharia Civil, estiveram presentes os grupos PETs dos cursos de Agronomia, Economia, Educação Física, Enfermagem, Engenharia Química, Engenharia Têxtil, Farmácia, Física, Informática, Matemática, Odontologia, Pedagogia, Química e Zootecnia. Todos que passaram pela praça de eventos puderam aprender mais e esclarecer dúvidas relacionadas aos cursos presentes no evento.

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Nesta edição do PET na Praça, os petianos apresentaram, à comunidade local, trabalhos e estudos desenvolvidos nos grupos, com uma temática diferente, preparada de acordo com a área de conhecimento dos acadêmicos.

Quem passou pelo local pode medir seu percentual de gordura corporal e o índice de massa corpórea, com o pessoal do PET Educação Física.  Outra possibilidade era a de aprender como funciona o cultivo de hortaliças hidropônicas, tarefa do PET Agronomia. Também pode receber dicas de como administrar as finanças pessoais em tempos de crise, papel do PET Economia. Ainda, saber o que fazer ou não fazer em situações de emergência como queimaduras, traumas ou choque elétrico, ao conversar como os petianos de Enfermagem. Entre outras opções que o evento ofereceu.

Em especial o PET Engenharia Civil teve a oportunidade de apresentar à comunidade sobre A Segurança no Tráfego. Um tema importante presente em nosso cotidiano, mas que muitas vezes passa despercebido o papel do engenheiro civil neste ramo.

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Os petianos abordaram aspectos relevantes ao tema, como o Plano Cicloviário de Maringá lançado em setembro de 2014 pela prefeitura quando a cidade contava com apenas 15 km de ciclovias, sendo que o projeto previa chegar a 87 km de ciclovias. Outro aspecto comentado foi o aumento da segurança nas rodovias do estado de São Paulo, que reduziu 16% o número de mortes no carnaval do ano passado com obras de duplicação, construção de marginais e implantação de faixas adicionais.

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Uma questão interessante, também abordada, foi as Área de Escape, recurso utilizado por veículos de grande porte para refúgio caso o sistema de frenagem pare de funcionar, como o corre na BR-376 que já evitou mais de 100 acidentes em três anos.

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